Por vários anos tivemos uma batalha constante contra as drogas, que nos causavam destruição, medo e dor! Medo de perder meus filhos, dor por tantas vezes vê-los se destruindo sem poder os ajudar.

Destruição do lar, da saúde, da auto-estima. Perdemos amigos, bens materiais, saúde e ate a esperança! Por vezes nos faltou a fé, Deus nos colocou a prova!

Tentamos interná-lo, mas sabemos que sem a consciência e aceitação do próprio dependente isso não é possível! Até que um dia Deus tocou o coração do meu filho, que nos pediu ajuda por livre e espontânea vontade, e graças a Deus chegamos à comunidade Opção de Vida, onde fomos acolhidos com muito carinho e respeito. Ali concluímos os nove meses sempre acompanhando as reuniões e colaborando da melhor forma possível com os coordenadores.

Hoje meus dois filhos estão limpos a quase dois anos, ambos trabalhando , estudando, adquirindo auto-estima e confiança neles e nas pessoas que os cercam. Dou graças todos os dia a Deus por minha família estar de pé, limpa, livre das drogas, unida, mas sempre vigilante!!!!

“Por amar meus filhos, às vezes até os sufoco um pouco com telefonemas, perguntas!”

Mas isso é porque eu os amo e não quero velos de novo do mesmo jeito que eles estavam!

Mãe de dois dependentes químicos

Carmelita

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surfista

Há momentos para tudo, momentos em que surgem a fumaça que relaxa, a picada que dá prazer, a bola que afasta o cansaço, a pílula que tranquiliza, o pó que realça a vida, o cheiro que dá alegria, o chá que faz viajar, o álcool que faz ter coragem, entre tantas outras coisas, há momentos para tudo, momentos para se tratar e recuperar-se de ações negativas, esse momento encontrei dentro da CT (Opção de Vida), onde admiti minha adicção. Onde tive um despertar espiritual, onde fiz amizades verdadeiras, e aprendi a buscar qualidade de vida para mim e minha família, que me apoiou durante os nove meses de tratamento, hoje sou um novo Marcos. Às vezes lembro de minhas conquistas passadas, mas nada é tão vitoriosa quanto a vitória contra as drogas.

 

Então pense, reflita, faça com que hoje seja o seu momento.

Acolhido em recuperação

Marcos Maciel

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Motorista ao volante

Meu nome é Laércio Krachinsk, eu tinha problemas com bebida alcoólica, começou aos 17 anos, e foi aumentando conforme eu pegava mais idade, como a gente sabe a dose vai aumentando e aumentando e quando nos damos conta, já não conseguimos mais ficar sem tomar um gole. E com o passar do tempo esse gole já não é suficiente, temos que beber mais e mais. Isso continuou mais de 20 anos, e sempre aumentando aquela vontade de beber. Qualquer situação era um motivo para beber. Algum problema na família, alguma comemoração, até pelos outros, quando me encontrava com alguém que estava comemorando, estava triste ou até por não ter o que fazer no dia. Pensava, já que não tem o que fazer, então eu vou beber uma cerveja.

O problema é que não ficava só em uma cerveja. Eu só parava, quando já estava bêbado, sem dinheiro. Não aguentava mais beber, como se diz, não descia mais nada.

Isso só foi aumentando, como eu já disse, foi piorando cada vez mais os problemas, tanto comigo mesmo, quanto com a família.

 

Discutia muito com a minha mulher, minha mãe, meu pai, enfim, com todos que me amavam.

 

Não visitava ou deixavam ver a minha filha, que hoje tem 12 anos. Até as minhas irmãs, fizeram uma reunião e me deram uma prensa, lembro que uma delas me proibiu de passar em frente ao portão da cada dela. Aquilo me deixou arrasado, e então, comecei a pensar no que estava acontecendo, e o que eu vou fazer, foi então que decidi conhecer a fazenda, (Opção de Vida), lembro que disse a minha querida mãe, eu vou, mas, se eu não gostasse eu nem do carro descia. Fui e gostei, na segunda-feira do dia 19 de fevereiro de 2008, voltei à fazenda e fiquei para fazer o tratamento de nove meses.

 

Pois bem, naquele dia comecei o meu tratamento pensando somente e primeiramente em mim, mas sempre com Deus no coração, colocando a minha vida e o meu futuro nas mãos de Deus.

 

É claro que no fato de você ficar nove meses em um lugar, onde você está confinado, a abstinência incomoda a qualquer um, que se ama. Mas tem uma coisa, que a pessoa tem que fazer, isso eu sempre procuro deixar bem claro, tem que viver o tratamento, eu procurava analisar as pessoas e o que não se deve fazer, fazer o que eu achava que estava certo. Concertar os meus erros. Aprendi que quem esta se tratando sou eu, quem está precisando sou eu, fazer sempre suas atividades com vontade, sempre meditando, sempre focado naquilo que eu comecei a fazer, terminar pela primeira vez algo que eu comecei, e procurar fazê-lo da melhor forma possível. Aprendi a ser mais Cristão, eu sempre conversava com Deus, mas só pedia e não corria atrás do que eu queria, ficava esperando cair do céu.

 

Descobri que tudo o que a pessoa quer, ela consegue, com determinação e força de vontade, descobri que com paciência, perseverança e fé, consegue-se muita coisa. Aprendi que nem tudo é mil maravilhas, nem tudo o que se quer, se tem. Aprendi a lidar com situações bem desagradáveis, e que o meu tratamento é para o resto da vida, tenho que ficar sempre sintonizado, preparado para situações que podem me desequilibrar. Sempre aparecem momentos que lembram o tempo em que bebia, mas lembro de tudo que passei e o que sofri. Penso no que tenho hoje, principalmente a confiança e amor dos meus amigos e familiares, e agora tenho com quem morar. Apesar de ter passado um bom tempo me tratando, agradeço a Deus por ter sido tratado e consegui vencer o vicio.

 

Faz dois anos que parei de beber e com já disse, fico sempre ligado para não fraquejar. Continuo colocando a minha vida nas mãos de Deus, hoje faço coisas que não fazia quando bebia. Graças a Deus, mudei completamente a minha vida. Se soubesse que seria assim, teria feito o tratamento antes. Agora eu consigo ter uma conversa decente, tenho atenção quando falo algo.

 

Digo para quem tem algum problemas com droga, que procure um tratamento, pois sozinho a pessoa não consegue para e vai piorando cada vez mais.

 

Há uma mensagem que assisti na palestra do Prof. Grets, que fala de uma triste realidade. Diz que o barulho da maçaneta da porta, quando abre de madrugada, é um alivio para a mãe que espera seu filho que está na rua, fazendo não se sabe o que, sem saber onde e com quem. Aquele tão conhecido som do molho de chave girando a fechadura, é um acalanto para ela, e só então ela consegue encostar a cabeça em seu travesseiro e dormir em paz, pois seu filho esta em casa.

Tenha juízo, lute, acredite que existe quem nos ajude, a sermos cidadãos de verdade

Acolhido em recuperação

Laércio Krachinsk

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